Maruim celebra 168 anos de emancipação política com programação especial

O município de Maruim, (SE), celebra 168 anos de emancipação política com uma programação especial, a partir desta quinta-feira (05). Confira:

05 de maio

06h30 – Hasteamento das Bandeiras, sede da Prefeitura de Maruim

09h – Missa Solene em Ação de Graças pelos 168 anos de Maruim, na Igreja Matriz de Senhor dos Passos

17h – Grupo Afoxé de Riachuelo
17h30 – Bacamarteiros de Carmópolis
Projeto Canta Maruim
18h30 – Euterpe Apresentação e parabéns

19h – Especial Pedro Henrique voz e violão

20h – Academia Garra de Águia
20h30 – Grupo Capoeira Filhos da África
21h – Especial Postura intima
22h – Especial Toninho Ferraz

Especial DJ Evandro – Durante todos os intervalos

06 de maio

16h – Frevo10 pelas ruas a cidade
17h30 – Samba de Roda de Riachuelo
Projeto Canta Maruim
19h – Grupo Samba de Coco da Barra dos Coqueiros; Juventude Unida em Cristo – Igreja Católica
20h – Especial Klessinho Andrade
21h – Associação Ganhamoroba de Capoeira
21h30 – Quadrilha Junina Rala-Rala
22h30 – Especial Ítalo Aboiador
22h30 – Especial Samba Delivery

07 de maio

20h – Aliny Jacson

22h – Art mania

00h – Gustavinho Sobral

01h – Pagodart

03h – Jeane Lins e Dedé Brasil

História

A rica história de Maruim fala de um município poderoso, graças às plantações de cana de açúcar e algodão. Segundo alguns historiadores, Sergipe nasceu em Maruim. Basta que se conheça a fantástica história daquele município, que fica na região do Cotinguiba, a 30 quilômetros de Aracaju. Recentemente a bióloga e historiadora Maria Lúcia Marques Cruz e Silva, filha de Maruim, expôs achados históricos do município. São milhares de peças e documentos que revelam o apogeu e a decadência do Empório de Sergipe.

Empório, sim. Boa parte dos grupos empresariais de sucesso em Sergipe nasceu em Maruim. A força econômica e política desse município era tanta que foram instalados lá oito consulados. A cana-de-açúcar e o algodão atraíam os europeus, que em Maruim montaram colônias.

O nome da cidade vem do inseto maruim (os antigos chamavam Maroim), que em Tupi significa mosca pequena ou mosquito. O primeiro povoamento nasceu no encontro dos rios Sergipe e Ganhamoroba. Aos arredores do Porto das Redes (antiga Alfândega de Sergipe), surge Mombaça. Mas os ataques dos mosquitos obrigaram os poucos habitantes a se mudar dali.

O português Manoel Rodrigues de Figueiredo permite que as pessoas fugidas do Mombaça construam suas casas dentro de suas terras, no Engenho Maruim de Baixo. Outro português, José Pinto de Carvalho, construiu um grande armazém (trapiche) para negociar com o ouro da terra, que era o açúcar nas terras de Manoel Rodrigues.

Depois de desavenças entre José Pinto e Manoel, Maruim passa a ser dependente de Santo Amaro e depois de Rosário do Catete. As brigas terminaram na chamada Revolução de Santo Amaro. As confusões só acabaram em 1835, quando o governador da Província, Manoel Ribeiro da Silva Lisboa, transformou Maruim em uma vila e no ano seguinte ela virou cidade.

Para a história oficial, o fundador de Maruim foi José Pinto de Carvalho. Foi ele quem governou a recém-criada Vila de Maruim, e quem empossou o primeiro prefeito, Luís Barbosa Madureira.

Da Redação | Maruim em Pauta

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