Manifestantes voltam às ruas de Aracaju em defesa de mais recursos para educação

Convocados por entidades sindicais e movimentos estudantis, professores, técnico-administrativos e estudantes participam hoje (13), em várias cidades do país, de atos contra o contingenciamento de recursos da educação, em defesa da autonomia das universidades públicas e contra a reforma da Previdência.

Foto | Reprodução / Infonet

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), há atos agendados em ao menos 170 cidades dos 26 estados, além do Distrito Federal. A manifestação nacional é uma continuidade da mobilização de maio, organizada em defesa da manutenção das verbas para o ensino superior. Para a União Nacional dos Estudantes (UNE), os contingenciamentos anunciados pelo governo afetam não só o ensino superior, mas também a educação básica, o ensino médio e programas de alfabetização.

De acordo com a UNE, os protestos também são contra a proposta do Ministério da Educação (MEC) de instaurar o programa Future-se, que, segundo a pasta, busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Para as entidades sindicais e movimentos estudantis, o projeto transfere atribuições dos governos para o mercado.

Em Aracaju, (SE), professores e representantes sindicais se reuniram na Praça General Valadão no Centro da cidade. A concentração foi iniciada por volta das 15h, e por volta das 16h o grupo saiu em caminhada pelas ruas do bairro. O número de manifestantes não foi informado.

Durante a manhã, professores paralisaram as atividades e realizaram um ato na porta do Palácio de Despachos, sede do Governo no Estado. Na Universidade Federal de Sergipe (UFS) e em todos os campi do Instituto Federal de Sergipe (IFS) as aulas foram suspensas.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), cerca de 60% das escolas da rede estadual estão sem aula.

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica de Sergipe (Sintese) informou que, além das pautas nacionais, também há reivindicação por valorização dos servidores no estado.

O Governo de Sergipe disse que não irá se pronunciar.

*Com informações da Agência Brasil e G1

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